EM DEFESA DA VIDA

Inquisition

Desde sempre os comunistas ateus tiveram grande inveja de nossa Santa Madre Igreja. Primeiro, porque Deus pode até ser judeu, gordo e barbudo, mas nunca teve os piolhos que infestavam a cabeleira de Marx.

Segundo, porque, nos últimos tempos, após a queda do Muro de Berlim, os padres acabaram de uma vez por todas com a fama de que os vermelhos eram os maiores comedores de criancinhas do mundo.

E, por fim, porque, convenhamos, a cruz é um lugar muito mais divertido para se morrer do que a Sibéria.

Por sorte, os comunistas haviam sumido das plagas nacionais há algum tempo, indo os remanescentes se esconder, todos eles, no único lugar onde ainda conseguiam existir: a cabeça do Olavo de Carvalho.

Mas eis que agora que o nosso santo padre, o razoável, maleável e progressista Bento XVI chega ao Brasil, os velhos stalinistas retornaram à cena para tentar conturbar a produtiva e modernizante viagem de Sua Santidade.

Segundo parece, os bolchevistas nacionais estão em plena atividade, promovendo uma horrenda campanha a favor do aborto. E, ao contrário do que se poderia pensar, não se trata de uma campanha em defesa do Gilberto Kassab.

Porém, a resposta do sumo pontífice veio rápida: Bento XVI está pensando seriamente em excomungar políticos que defendam expediente tão nefasto. Notícia que me deixa bastante feliz.

Primeiro, porque surpreendentemente traz a informação de que o papa pensa. E, segundo, porque vai intimidar os parlamentares latino-americanos, fazendo com que se voltem para causas mais condizentes com as práticas cristãs e, portanto, não passíveis de punição pela Igreja, como o desvio de recursos públicos, o tráfico de influência, o peculato e deixar mulheres morrerem em clínicas clandestinas sem assistência médica adequada.

Foi, como sempre, pensando no amor ao próximo que o papa se pronunciou. Afinal de contas, os assassinos hereges que defendem o aborto não têm a menor idéia do soturno destino dos fetos, após serem retirados das barrigas das mães.

A verdade monstruosa é que os pobres coitados são enviados a laboratórios de ciências de todo o Brasil, onde são cruelmente trancados em vidros de clorofórmio, sem acesso aos direitos mais básicos do brasileiro que se encontra vivo, como assistir à novela das 8, ser assaltado e votar no Clodovil.

Portanto, não nos deixemos levar pela escumalha comunista. Apoiemos o papa nesta e nas suas demais propostas: sexo para procriação e depois do casamento apenas, proibição da venda de camisinhas, abaixo as células-tronco.

E, quem sabe, no futuro, em nome de Cristo, ousaremos ir ainda mais adiante: pelo fim da energia elétrica e pela volta do carro movido a manivela.

243 Comentários

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    <![CDATA[James, seu malandrão!Bem lembrado. A velha rusga entre comunas e membros do clero sobre quem come mais criancinhas é que está gerando tanto atrito.O Papa deveria ter trago alguns apetrechos da idade média para, além de escomungar, exemplar essa canalha política.Grande abraço.]]>

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    <![CDATA[Marconi, nada disso estaria acontecendo se esta minha singela sugestão tivesse sido acatada. Veja. http://puraingresia.blogspot.com/2006/04/ora-pro-nobis.html%5D%5D&gt;

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    <![CDATA[Grande Marconi:Como diria o acadêmico José Sarney, o seu texto destila uma ácida ironia.***Dúvidas: o que é sexo? É de comer ou de jogar? Doce ou salgado? Frio ou quente?]]>

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  46. Anônimo · ·

    <![CDATA[Caro MarconiO caso dos bispos mexicanos está um tanto turvo. O Papa recomendou aos parlamentares que se auto-excluíssem da comunhão, por eles, sendo católicos, terem votado a favor do aborto. Para quem é cristão, o apóstolo Paulo recomendava o exame de consciência do fiel antes de participar da comunhão. Quem se diz católico e mais amplamente, cristão, não pode, sob pena de incoerência, defender o aborto.Entendo que o Papa, como líder dos católicos, ou mesmo outros líderes cristãos,se sérios, não podem ser coniventes com práticas que descaracterizam a fé que professam. Seria o mesmo que pedir a um petista, ou a algum ministro do governo Lula, que seja competente e honesto em sua função pública.Que os não cristãos defendam o aborto é perfeitamente razoável. O problema, a meu ver, está numa pessoa que se considera cristã, que professa a fé cristã, seja a romana, a ortodoxa ou a protestante, defender o aborto e outros temas que a modernidade deplora.O Papa ao condenar o aborto, o sexo irresponsável e a eutanásia, está falando aos católicos. Quem não é católico, faça o que bem entender, mas não obstaculizem o direito de uma religião defender e reforçar seus princípios aos fiéis que a seguem.um abraço.Zé Paulo.www.zepaulojrbsb.blogspot.com]]>

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    <![CDATA[Caro MarconiO caso dos bispos mexicanos está um tanto turvo. O Papa recomendou aos parlamentares que se auto-excluíssem da comunhão, por eles, sendo católicos, terem votado a favor do aborto. Para quem é cristão, o apóstolo Paulo recomendava o exame de consciência do fiel antes de participar da comunhão. Quem se diz católico e mais amplamente, cristão, não pode, sob pena de incoerência, defender o aborto.Entendo que o Papa, como líder dos católicos, ou mesmo outros líderes cristãos,se sérios, não podem ser coniventes com práticas que descaracterizam a fé que professam. Seria o mesmo que pedir a um petista, ou a algum ministro do governo Lula, que seja competente e honesto em sua função pública.Que os não cristãos defendam o aborto é perfeitamente razoável. O problema, a meu ver, está numa pessoa que se considera cristã, que professa a fé cristã, seja a romana, a ortodoxa ou a protestante, defender o aborto e outros temas que a modernidade deplora.O Papa ao condenar o aborto, o sexo irresponsável e a eutanásia, está falando aos católicos. Quem não é católico, faça o que bem entender, mas não obstaculizem o direito de uma religião defender e reforçar seus princípios aos fiéis que a seguem.um abraço.Zé Paulo.www.zepaulojrbsb.blogspot.com]]>

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    <![CDATA[Marconi, seu herege, por que duvidas da boa intenção papal? ele fala apenas para os católicos, oquei?Privilégios? quem falou em privilégios? http://www.estadao.com.br/especial/papa/noticias/2007/mai/08/85.htm%5D%5D&gt;

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    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  83. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  84. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  85. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  86. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  87. Anônimo · ·

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  88. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  89. Anônimo · ·

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  90. Anônimo · ·

    <![CDATA[Marconi, tua fina ironia é maravilhosa.Não tão maravilhoso assim é ver um bando de homens discutindo sobre um assunto que é da alçada feminina. Sem querer retirar o sagrado direito de pensar e opinar dos varões, mas acredito que este é um tema que deveria ser decidido única e exclusivamente pelas mulheres que, no final das contas são quem assume as crianças, ou resolvem se não convém colocar um novo ser humano neste mundo desumano. Já fiz um aborto. Contra a minha vontade, pois queria e podia ter meu filho. O meu aborto foi causado pela incompetência de um homem (médico) que, em vez de requisitar um novo exame de gravidez, contentou-se em elaborar um diagnóstico superficial de que o meu caso de falta de menstruação era uma amenorréia em decorrência do estresse e para resolvê-la me receitou remédios abortivos. Perdi aquele que seria o meu primeiro filho, sofri com dores iguais a de um parto, sangrei muito, fui atendida em um ótimo hospital, e o médico que me socorreu era, por acaso, genro do cretino que me receitou os remédios e, solidário ao sogro, ao ouvir a minha história, me fez acreditar que não havia sido erro médico, e sim algo natural que aconteceria independentemente dos medicamentos que eu havia ingerido. Na época, eu, muito ingênua, não processei o crápula. Em razão disso fui contra o aborto durante muitos anos.Hoje, mais madura e esclarecida, sou a favor do aborto. Não por ser uma solução fácil, pois com certeza não o é. Mas por ser uma necessidade de saúde pública da MULHER, pois a realidade é que o aborto é praticado em número elevado. Enquanto as mulheres abastadas o fazem em clínicas e com médicos, a grande mairoira pobre recorre a métodos condenáveis e sucumbem sob a infecção. A morte em decorrência de aborto é, no Brasil, o quarto fator da mortandade feminina. Não ver isso é que é crime.Ninguém vai sair às ruas dizendo para as mulheres fazerem sexo livre e que não há problemas, pois depois é só abortar. O que queremos é o direito de decidir. A maioria das vezes quem induz a mulher a cometer este ato é o homem, que paga para sua namorada, companheira ou esposa tirar o filho, pois seria um peso nas suas costas, no seu orçamento, ou na sua honra. Uma pesquisa feita pela secretaria de saúde de SP, mostrou que a maioria das adolescentes que engravidam são de homens em torno de cinco anos mais velhos e que, 40% das crianças nascidas perdem por completo o contato com seus pais.A mulher tem que ter o poder para decidir, pois é ela que terá que criar e educar esta criança, na mairoria das vezes sem a ajuda do ilustre pai.Não é uma decisão fácil, vai contra a natureza da mulher, ela ter que renunciar a um filho, ter que se submeter a uma intervenção agressiva e traumatizante, correr risco de morte. Não vai aumentar nem diminuir os casos de aborto a sua legalização, o que vai acontecer é a mulher ter maior dignidade para a sua vida. Não será uma criminosa e poderá, principalmente, dispor de recursos médicos para realizar o aborto.Hoje,no Brasil, cerca de 250 mil mulheres por ano são atendidas no SUS por conta de tentativas de aborto. Destas, muitas acabam morrendo. Isto é só a estatística do SUS, sem contar aquela quantia que nem entra para as estatísticas. Não ver este fato é HIPOCRISIA.Marconi, desculpa o desabafo. Muito teria ainda para argumentar, mas fico por aqui. Respeito as opiniões contrárias, mas não podia me calar quando penso tão diferente. Beijo, amigo. Bom final de semana.]]>

  91. Anônimo · ·

    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

  92. Anônimo · ·

    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

  93. Anônimo · ·

    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

  94. Anônimo · ·

    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

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    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

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    <![CDATA[Acho que estou ficando doida! Eu achava que já tinha visitado o seu blog, retribuindo uma visita que você fez ao meu, mas agora que estou aqui novamente, está tudo me parecendo tão novo e diferente. Será que visitei um outro blog, pensando ser o seu? Bom, mas o importante é que agora cheguei ao lugar certo e gostei muito desse seu humor irônico. Estou lendo os capítulos da bicicleta ergométrica. Muito bom! Até me fez lembrar da minha, que serviu como cabide durante anos. Vou anotar o endereço correto para não perder mais o seu link. Um abraço.]]>

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  100. Anônimo · ·

    <![CDATA[Regina, apesar de serem comentários masculinos acredito que todos, senão a maioria que defendem o aborto neste espaço pensam exatamenente como vc, pelo menos eu penso. Tem que haver este poder de decisão dos envolvidos para tudo. No caso, aborto , claro que das envolvidas exclusivamente.Por isso, não concordo que seja um assunto somente da alçada feminina. Todos devem participar. abç]]>

  101. Anônimo · ·

    <![CDATA[Regina, apesar de serem comentários masculinos acredito que todos, senão a maioria que defendem o aborto neste espaço pensam exatamenente como vc, pelo menos eu penso. Tem que haver este poder de decisão dos envolvidos para tudo. No caso, aborto , claro que das envolvidas exclusivamente.Por isso, não concordo que seja um assunto somente da alçada feminina. Todos devem participar. abç]]>

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    <![CDATA[Regina, apesar de serem comentários masculinos acredito que todos, senão a maioria que defendem o aborto neste espaço pensam exatamenente como vc, pelo menos eu penso. Tem que haver este poder de decisão dos envolvidos para tudo. No caso, aborto , claro que das envolvidas exclusivamente.Por isso, não concordo que seja um assunto somente da alçada feminina. Todos devem participar. abç]]>

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    <![CDATA[1_ Clodovil é a maior piada já contada sobre aqueles que sentaram nas cadeiras públicas do Congreso…2_ Se assim fôssemos estaríamos por um fio/ponte ainda mais afiada olhando diretamente pro abismo infindável, porque veja o Talisban e seu retrocesso cultural… Religiões antigas existem apenas pra encher o saco e dar no que falar (sem querer generalizar tudo)]]>

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    <![CDATA[1_ Clodovil é a maior piada já contada sobre aqueles que sentaram nas cadeiras públicas do Congreso…2_ Se assim fôssemos estaríamos por um fio/ponte ainda mais afiada olhando diretamente pro abismo infindável, porque veja o Talisban e seu retrocesso cultural… Religiões antigas existem apenas pra encher o saco e dar no que falar (sem querer generalizar tudo)]]>

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  145. Anônimo · ·

    <![CDATA[É, Marconi!Tem muito pano para manga!Esta história de maior nação católica do mundo caminha para o esquecimento. Os evangélicos sob várias bandeiras assumirão o primeiro lugar em breve (não sou evangélico, muito menos católico); que celibatários defendam seus pontos de vista tudo bem; forçar os que não o são tudo mal. Bispos e pastores evangélicos casam, descasam, tem filhos, praticam sexo por prazer, às claras, assim como bispos e padres e freiras, estes além disto ainda comem criancinhas, ocultamente. Nos EEUU a igreja católica gastou mais de um bilhão de dólares para indenizar os malefícios pedófilos patrocinados- que tara estranha de “deixar ir a eles as criancinhas”. Nenhum tarado religiosos foi excomungado.Ameaça e excomunhão a políticos devia ser a praxe, acrescida com apenas passagem de ida, em vida, para o inferno. É preciso que com a ajuda da Nasa se o localize. Abortos entre classe média e rica não se discute, faz-se com médicos. Entre pobres também, com curiosos, que terminam em atendimentos no SUS ou no cemitério. O Estado tem o direito de intervir nestes casos./Abraço]]>

  146. Anônimo · ·

    <![CDATA[É, Marconi!Tem muito pano para manga!Esta história de maior nação católica do mundo caminha para o esquecimento. Os evangélicos sob várias bandeiras assumirão o primeiro lugar em breve (não sou evangélico, muito menos católico); que celibatários defendam seus pontos de vista tudo bem; forçar os que não o são tudo mal. Bispos e pastores evangélicos casam, descasam, tem filhos, praticam sexo por prazer, às claras, assim como bispos e padres e freiras, estes além disto ainda comem criancinhas, ocultamente. Nos EEUU a igreja católica gastou mais de um bilhão de dólares para indenizar os malefícios pedófilos patrocinados- que tara estranha de “deixar ir a eles as criancinhas”. Nenhum tarado religiosos foi excomungado.Ameaça e excomunhão a políticos devia ser a praxe, acrescida com apenas passagem de ida, em vida, para o inferno. É preciso que com a ajuda da Nasa se o localize. Abortos entre classe média e rica não se discute, faz-se com médicos. Entre pobres também, com curiosos, que terminam em atendimentos no SUS ou no cemitério. O Estado tem o direito de intervir nestes casos./Abraço]]>

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    <![CDATA[É, Marconi!Tem muito pano para manga!Esta história de maior nação católica do mundo caminha para o esquecimento. Os evangélicos sob várias bandeiras assumirão o primeiro lugar em breve (não sou evangélico, muito menos católico); que celibatários defendam seus pontos de vista tudo bem; forçar os que não o são tudo mal. Bispos e pastores evangélicos casam, descasam, tem filhos, praticam sexo por prazer, às claras, assim como bispos e padres e freiras, estes além disto ainda comem criancinhas, ocultamente. Nos EEUU a igreja católica gastou mais de um bilhão de dólares para indenizar os malefícios pedófilos patrocinados- que tara estranha de “deixar ir a eles as criancinhas”. Nenhum tarado religiosos foi excomungado.Ameaça e excomunhão a políticos devia ser a praxe, acrescida com apenas passagem de ida, em vida, para o inferno. É preciso que com a ajuda da Nasa se o localize. Abortos entre classe média e rica não se discute, faz-se com médicos. Entre pobres também, com curiosos, que terminam em atendimentos no SUS ou no cemitério. O Estado tem o direito de intervir nestes casos./Abraço]]>

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  153. Anônimo · ·

    <![CDATA[É, Marconi!Tem muito pano para manga!Esta história de maior nação católica do mundo caminha para o esquecimento. Os evangélicos sob várias bandeiras assumirão o primeiro lugar em breve (não sou evangélico, muito menos católico); que celibatários defendam seus pontos de vista tudo bem; forçar os que não o são tudo mal. Bispos e pastores evangélicos casam, descasam, tem filhos, praticam sexo por prazer, às claras, assim como bispos e padres e freiras, estes além disto ainda comem criancinhas, ocultamente. Nos EEUU a igreja católica gastou mais de um bilhão de dólares para indenizar os malefícios pedófilos patrocinados- que tara estranha de “deixar ir a eles as criancinhas”. Nenhum tarado religiosos foi excomungado.Ameaça e excomunhão a políticos devia ser a praxe, acrescida com apenas passagem de ida, em vida, para o inferno. É preciso que com a ajuda da Nasa se o localize. Abortos entre classe média e rica não se discute, faz-se com médicos. Entre pobres também, com curiosos, que terminam em atendimentos no SUS ou no cemitério. O Estado tem o direito de intervir nestes casos./Abraço]]>

  154. Anônimo · ·

    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

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    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

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    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

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    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

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    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

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    <![CDATA[Perfeito!Contundente e objetivo!Há mais com que nos preocuparmos!Um abraço!]]>

  163. Anônimo · ·

    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

  164. Anônimo · ·

    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

  165. Anônimo · ·

    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

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    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

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    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

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    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

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    <![CDATA[santa ironia! Bravo, Seu Moço!E a Regina disse tudo o que eu diria. Mas ao contráio dela já fiz aborto por vontade própria aos 21 anos de idade. Tive sorte e condições de fazer com um bom médico. Posso te garantir: foi mais fácil que extrair um dente. Beijos e bom final de semana.]]>

  172. Anônimo · ·

    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

  173. Anônimo · ·

    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

  174. Anônimo · ·

    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

  175. Anônimo · ·

    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

  176. Anônimo · ·

    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

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    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

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    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

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    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

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    <![CDATA[Deus é gordo?E dentre as várias opiniões aqui dadas, muito boas as do guga. Defendo o direito civil que as pessoas devem ter sobre suas vidas. Um feto é uma vida, é. A partir de quando ele é uma vida, não sei, mas acredito que as pessoas que o geraram tenham o direito de decidir seu destino e de arcar com as responsabilidades que isso implica. Por mais que tanta gente boa pudesse ter sido abortada, não acredito que essa seja uma questão em que o Estado deva intervir, mas sim cada pessoa, cada médico, cada um com sua religião ou não.]]>

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    <![CDATA[hahahahahaExcelente!Mordaz e irônico, no ponto certo. Abraços!]]>

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